
A tokenização de imóveis não é mais um conceito para o futuro. É uma realidade agora.
● O que é tokenizado: Não o prédio em si, mas direitos financeiros como participação acionária, dívida ou renda.
● Por que isso é importante: Essa abordagem permite que os emissores ampliem o acesso dos investidores, automatizem a administração e mantenham total conformidade regulatória em todas as jurisdições.
● Como funciona: A Brickken ajuda você a emitir e gerenciar tokens lastreados em ativos em conformidade com as regulamentações. Não é necessário conhecimento de programação ou blockchain.
A tokenização de imóveis é o processo de representar direitos financeiros vinculados a uma propriedade em tokens digitais na blockchain.
Exemplos desses direitos podem incluir:
O token não representa a propriedade física do edifício. Em vez disso, representa direitos legalmente exigíveis que já são reconhecidos pela legislação vigente. Para garantir a aplicabilidade, o imóvel é normalmente mantido por meio de uma estrutura legal, como uma SPE (Sociedade de Propósito Específico) ou um fundo fiduciário. O token reflete as mesmas características legais do direito subjacente e é regido por contratos legais fora da blockchain. Estruturas Legais Comumente Usadas: SPE (Sociedade de Propósito Específico): É uma empresa criada especificamente para o processo de tokenização. Os investidores adquirem direitos econômicos ou de governança na SPE por meio de tokens, em vez de deter a propriedade diretamente. Estruturas de Fundo Fiduciário: Em certas jurisdições, uma estrutura de fundo fiduciário pode ser usada, onde um administrador fiduciário detém o ativo em nome dos detentores de tokens, que são os beneficiários. Em ambos os casos, contratos legais conectam o token aos direitos do mundo real. A blockchain atua como uma camada de execução e registro, não como um substituto para a estrutura legal.
Diversos modelos são usados dependendo da estratégia de investimento e do contexto regulatório:
Independentemente do modelo, a tokenização em conformidade exige documentação fora da blockchain, verificação do investidor e alinhamento claro com as leis locais aplicáveis.
Etapa 1: Ativo e preparação jurídica
O ativo e os direitos associados são identificados e uma estrutura jurídica é estabelecida para deter a propriedade. Os contratos definem os direitos que serão representados digitalmente.
Etapa 2: Emissão de tokens
Os tokens são emitidos em uma blockchain por meio de contratos inteligentes. Sua classificação, como ações ou dívida, depende de sua função econômica, não da tecnologia utilizada.
O cadastro de investidores inclui verificações KYC e AML em conformidade com os requisitos regulatórios.
Etapa 3: Gestão e transferências contínuas
Contratos inteligentes podem automatizar distribuições, relatórios e processos de governança.
As transferências são restritas a investidores verificados e podem incluir períodos de bloqueio ou limitações jurisdicionais.
Até 2035, espera-se que mais de US$ 4 trilhões em imóveis sejam tokenizados. Os pioneiros já estão ganhando vantagem.
Os instrumentos imobiliários tokenizados estão sujeitos às mesmas regulamentações que seus equivalentes tradicionais.
Plataformas como a Brickken fornecem à tecnologia diversas ferramentas para ser Uma infraestrutura compatível para que instituições financeiras tokenizem, gerenciem e distribuam produtos de crédito do mundo real com segurança. Oferecemos suporte a:
Atualmente, impulsionamos a tokenização em mais de 16 países e com mais de US$ 300 milhões em ativos.
A tokenização de imóveis oferece às instituições uma maneira de modernizar a distribuição e o gerenciamento de ativos, preservando as proteções legais estabelecidas.
Ela permite acesso fracionado, eficiência operacional e liquidez opcional dentro de um estrutura compatível.
Plataformas como a Brickken fornecem a infraestrutura para emitir, gerenciar e distribuir ativos tokenizados do mundo real em conformidade com os requisitos regulatórios.
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Conselheiro geral
Elisenda Fabrega é conselheira geral da Brickken, onde lidera iniciativas jurídicas que unem a lei tradicional ao ecossistema web3 em rápida evolução. Com experiência em software e tecnologias automotivas emergentes desde sua gestão na Applus IDIADA, Elisenda é especializada em proteção de dados, conformidade e direito comercial internacional. Reconhecida por sua experiência em tokenização, particularmente nas dimensões regulatórias da tokenização de ativos no mundo real, ela também participou da coorte European Blockchain Sandbox. Além de sua função na Brickken, Elisenda é uma palestrante e educadora muito procurada, compartilhando suas ideias por meio de vários cursos e programas de mestrado focados em blockchain.